sábado, 22 de agosto de 2020

um ciclo que se repete

cerca de onze depois encontro-me, novamente, sentada em frente ao meu computador, com um blogue em que eu já não mexia há imenso tempo, anos mesmo... e quando leio a grande maioria das entradas vejo que as mesmas se aplicam a tudo o que tenho vivido no último ano...

a minha vida, há um ano, deu uma grande reviravolta... mudei tudo, deixei tudo para trás, tentei tudo de novo, caí! e se estava mal, pior fiquei.

quase 37 anos de vida e sinto-me cansada como se tivesse 90... acho até que há pessoas dessa idade que não se sentem tão cansadas quanto eu... não tenho forças, não sei sequer se quero ter forças para alguma coisa que seja, dado que mais cedo ou mais tarde, na minha vida, tende a repetir-se... 
quero... não sei o que quero... 

estou cansada 🥱procuro forças, mas não as encontro... procuro soluções, saídas mas elas não aparecem... e mais uma vez encontro-me rodeada num nevoeiro denso que não me permite ver por onde ir e o que fazer... 

será que alguma vez eu conseguirei ser uma pessoa dita normal? será que alguma vez eu terei alguém a meu lado a 100%, todos os dias da minha vida? i really don't know mas começo a acreditar que não porque quando tudo parece estar a encaminhar-se aparece um furacão que leva tudo... e não deixa nada...

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

gaivota

Estou sentada numa esplanada junto à praia... Ouve-se a voz do mar, calma que está! Não há fúria no seu estado de espírito.

Olho para a direita e vejo um bando de gaivotas, sobre uma rocha, a apanhar Sol. Como eu gostava de ser uma gaivota. Não ter que me preocupar, e ser livre. Livre de materialismos, de estigmas sociais, livre de tudo. Era extraordinário que assim fosse...

Mas olho outra vez e recordo-me que não sou uma gaivota. Sou apenas uma simples mulher, que não sabe o que fazer, não sabe para que lado há-de lutar, nem por onde começar... Parece-me uma luta injusta, que já tem um final definido. Que por mais esforço feito, é apenas esforço em vão, sem nenhuma conquista feita.

Tento pensar que não é assim, que vale a pena fazer o esforço, mas é como se tivesse deixado de ter essa capacidade... Pensar! O que é isso? A que se resume? É como se estivesse vazia e nada fluísse dentro de mim.

Sou um recepiente vazio que pode ser enchido com qualquer coisa. Mas e eu quero ser preenchida por algo ao acaso? E se corre mal??

Quero deixar-me ir, seguir na corrente de alguma coisa, que me preencha e me devolva o sentido de viver... Me devolva o sorriso...

Volto a olhar o Mar... Contínuo sem ouvir a sua raiva. Está tão calmo... Mas nem por isso me traz tranquilidade. Apenas angústia. É o que sinto.

Se sinto, então é bom. É sinal que estou a ser preenchida. Mas preenchida por angústia? Será isso bom? Quero ser preenchida por sentimentos positivos, não sentimentos que me façam sentir ainda mais vazia.

Quero reerguer-me e voltar a olhar para mim e ver a mulher forte que já fui... Com força para mim e para todos os outros... Onde está essa força? para onde foi? Procuro-a e não a encontro. Vim justamente ao Mar recuperá-la, mas está tão calmo que não a tem, não ma pode dar. Nem um bocadinho.

Quero soltar a frustração que há em mim e nem isso hoje consigo. Não sai nada de dentro de mim... Eu bem tento, mas não há resposta, não vejo nenhum sinal de melhoria... Continuo a procurar um caminho que não encontro. Nem bifurcações para lá chegar. É como se tudo se tivesse fechado, e os caminhos cortados. Estou num beco sem saída, nem hipótese tenho de voltar para trás. Estou enclausurada num plano vazio, sem nada... Não vejo caminhos, não vejo saídas... Será isto novamente a Vida a pôr-me à prova? Parece que escolheu a altura certa porque sabia da sua garantida vitória. E quase quase sem ter tido de se esforçar muito.

É este o panorama que está para mim reservado? É? É que se for, muito sinceramente prefiro não saber que o é, porque não o quero.

O que realmente quero é a minha vida de volta. Tal como sempre foi e que agora não o é!




Quero ser uma gaivota e esquecer que sei andar, e aprender a voar, ver o horizonte e voar até ele, livre de tudo...

domingo, 12 de dezembro de 2010

onde está??


falar por vezes ajuda... mas custa tanto tanto tanto que nem sempre o quero fazer...



quero neste momento estar sossegada e voltar a ser o que era... aquele ser com uma força extraordinária, vinda de algum lado... força essa que agora desapareceu e não consigo encontrar a sua fonte...

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

é hoje...


é hoje o dia de mais um aniversário... o aniversário de duas pessoas que se uniram há doia anos atrás... que passaram por altos e baixos, mas que continuam cá para o que der e vier =)


é bom saber que existe a outra pessoa, e que por mais difícil que ela seja, está sempre pronta para me "aturar"... Parabéns!!!


é hoje o dia em que dei um novo rumo à minha vida... um novo emprego, uma nova vida =)


é bom ter estas surpresas depois de tanto que passei nos últimos meses =)

quarta-feira, 14 de julho de 2010

ansiedade


às vezes pergunto porque tenho eu de passar por tanto para obter o que realmente quero... cada vez que olho para o lado encontro alguém que consegue sempre tudo e de maneiras tão simples, sem terem de sofrer... é como se tudo lhes caísse do céu! não tem sequer de se esforçar...


queria tanto que as coisas fossem "ditas" normais... mas não. tem de ser sempre da maneira mais difícil! devo ter tido uma vida muito simples na minha vida anterior e agora estou a pagar... queria mesmo muito estar com quem amo, partilhar os dias com essa pessoa, chegar a casa e ter um abraço à minha espera, ou dar um abraço... sentir calor, conforto, harmonia e paz... olhar nos olhos e saber que por mais dificuldades que possam existir estaremos juntos para as superar... poder jantar e conversar sobre o dia de trabalho, rir, chorar, partilhar acima de tudo...


sim eu vou, mas tem calma... agora não pode ser...

quanto tempo vou eu ter de esperar para poder partilhar diariamente... os fins-de-semana são tão curtos, e passam a correr e sinceramente, neste momento, já não me chegam! é demasiado pouco tempo... quero mais! mas a resposta continua a ser negativa... será assim tão difícil??? é assim tão complicado assumir uma relação a sério? de que é que tem medo? não entendo...


o que sei é que dois dias por semana são muito curtos e não chegam. quero dar o próximo passo, quero muito mais...

sábado, 24 de abril de 2010

só me apetece...


apetece-me fugir...

pedi apenas um simples favor... nada de especial... precisava apenas que estivesse presente durante uma hora e me gravasse a actuação...

não! não pode ser... vai ser uma seca! etc, etc, etc...

estou tão triste que não tenho reacção! senti-me vazia, senti o meu trabalho desvalorizado, senti-me abandonada!!!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

desassossego


como a vida dá voltas sem que nós estejemos à espera... e acontece a todos... a minha deu uma volta gigantesca!!
estou a trabalhar no meu meio =) algo pelo qual procurava há imenso tempo... e sabe tão bem =)
mas como é também tão previsível... o que nos é dado por um lado é-nos tirado por outro... e acontece sempre que estamos felizes e realizados!! acontece sempre alguma coisa que nos destrói por dentro e nos faz querer fugir!
adoro e começo a detestar ao mesmo tempo...

sinto-me a naufragar num mar de sentimentos controversos que persistem em acompanhar-me, não me dão paz... quero achar novamente o meu ponto de equílibrio e não sei por onde começar a procurar...

domingo, 28 de fevereiro de 2010

again


voltamos a andar à deriva... não sei para onde me virar e onde me apoiar... é estranho sentir esta sensação outra vez... já não sabia o que era... e não gosto de ter de a reviver!
é tão inseguro nunca sabermos em que pé estamos e o que podemos fazer!
queria tanto que as coisas fossem normais e não houvesse estes sentimentos de insegurança. saber que posso contar e que não piso em terreno movediço...
quero mais, muito mais e neste momento sinto-me bloqueada novamente.
ando novamente à deriva e não sei como reagir... sinto que estou num ponto de eboluição, e não quero!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

2009

Foram negros os últimos tempos. Pouca foi a luz que atravessou as densas nuvens negras que assolavam e teimavam em manterem-se firmes, envolvendo-me. É difícil reagir sem alguma coisa que nos faça subir, erguer a cabeça, e levantarmo-nos. Faz com que entremos numa inércia difícil de vencer. A vontade não transborda de nós, e deixamo-nos ficar. Acomodamo-nos, resignamo-nos ao que a vida nos reserva. Foi o que aconteceu com inúmeras situações ao longo do meu percurso. Mas nem tudo foi negro. De tempos a tempos existiram raios de luz que me ajudaram no caminho e nas escolhas. Nem sempre certas, mas sempre a contribuiram para o meu crescimento. Ê difícil crescer sempre com barreiras a serem levantadas. Porém existem alguns anjos que sempre me acompanharam e que sempre estiveram presentes dando-me o seu conforto e carinho. Foi graças a eles que me ergui e recomecei de todas as vezes em que precisei, tal como agora. Começo a sair desta inércia que me prende e atordoa. As luzes começam a rasgar a negridão. Começo a ganhar rumo novamente para o meu percurso, que se avizinha pesaroso. Mas é novamente o erguer da cabeça com esperança no futuro e que este começará a sorrir-me, talvez pela primeira vez. Vai-se iniciar um novo ciclo, vou entrar nele com a esperança de melhoria com todos os que me são queridos. Espero alcançar a tal tranquilidade que há tanto tempo anseio. Desejo-vos um ano 2010 em grande com tudo o que procuram! Não se deixem apanhar pela inércia, é difícil de vencer =) e traz como consequência um cansaço estranho.
Deixo um beijo com carinho para todos os meus anjos, e um cheio de calor ao que me tem aquecido nesta última fase.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

incertezas


gostava tanto que as coisas tomassem um rumo certo...

detesto estar na incerteza de não saber...


segunda-feira, 9 de novembro de 2009

=/

Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar
É como morrer de sede no meio do mar e afogar
Sinto-me isolado com tanta gente à minha volta
Vocês não ouvem o grito da minha revolta
Choro a rir, isto é mais forte do que pensei
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei
Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta
É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta
As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço
O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso
O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado
Vagueio sem destino nem sei se estou acordado
O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha
Não sei se a alma existe mas sei que alguém feriu a minha
Às vezes penso se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz?

Chorei
Mas não sei se alguém me ouviu
E não sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei
Nas palavras o conforto
Dancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo

Não há dia que não pergunte a Deus porque nasci
Eu não pedi, alguém me diga o que faço aqui
Se dependesse de mim teria ficado onde estava
Onde não pensava, não existia e não chorava
Prisioneiro de mim próprio, o meu pior inimigo
Às vezes penso que passo tempo demais comigo
Olho para os lados, não vejo ninguém para me ajudar
Um ombro para me apoiar, um sorriso para me animar
Quem sou eu? Para onde vou? De onde vim?
Alguém me diga porque me sinto assim
Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê
Sinto lágrimas nos meus olhos mas ninguém as vê
Estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso
Mostrem-me a saída deste abismo imenso
Pergunto-me se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz?

Chorei
Mas não sei se alguém me ouviu
E não sei se quem me viu
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometoBusquei
Nas palavras o confortoDancei no silêncio morto
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde
Vou ser forte e vou-me erguer
E ter coragem de querer
Não ceder, nem desistir eu prometo

Tento não me ir abaixo mas não sou de ferro
Quando penso que tudo vai passar
Parece que mais me enterro
Sinto uma nuvem cinzenta que me acompanha onde estiver
E penso para mim mesmo será que Deus me quer
Será a vida apenas uma corrida prá morte
Cada um com a sua sina, cada um com a sua sorte
Não peço muito, não peço mais do que tenho direito
Olho para trás e analiso tudo o que tenho feito
E mesmo quando errei foi a tentar fazer o bem
Não sei o que é o ódio, não desejo mal a ninguém
Há-de surgir um raio de luz no meio da porcaria
Porque até um relógio parado está certo duas vezes por dia
Vou-me aguentando
A esperança é a última a morrer
Neste jogo incerto o resultado não posso prever
E quando penso em desistir por me sentir infeliz
Oiço uma voz dentro de mim que me diz
Mantém-te firme

Boss AC feat Mariza, Alguém me ouviu (mantém-te firme)

esta letra diz tudo... não preciso de acrescentar nada...

alguns dias

porque é que tudo tem de ser aprendido da maneira mais dura??? não sei...
mais quatro dias... mas continuo com um estranho pressentimento... há alguma coisa que não bate certo...
mais alguns dias...

sábado, 31 de outubro de 2009

feelings

something is wrong but i don't know what it is...
i feel it
he says no
but i know

terça-feira, 27 de outubro de 2009

nightmare


it's time to start again...

it's time to stop crying...

i always had strength but now i don't know what is happening to me... i fall down and it seems that I don't have the strength to stand ...

it looks like a nightmare from which I never wake up...

sábado, 17 de outubro de 2009

para ti


só passaram duas semanas, mas para mim parece ter passado uma eternidade...

já não vejo o dia em que te vou beijar novamente,
sentir a tua pele na minha,
sentir o teu beijo,
sentir o teu cheiro,
sentir-te em mim...


sinto tanto a tua falta... é díficil para mim passar os dias sozinha, mas saber que iremos estar juntos num futuro próximo dá-me forças para continuar... não sei como nem porquê... sei que tinha de acontecer, e de tudo o que passei nos últimos tempos foste a melhor coisa... gosto de ti do fundo do meu coração e tenho vontade de o gritar a plenos pulmões para que todos o saibam...

podia dizer que gosto de ti daqui até à lua mas já é tão banalizado que prefiro apenas dizer GOSTO DE TI

nunca te esqueças disso...
quero-te tanto, desejo-te com tanta força que tenho a certeza de que o sentes ai, mesmo distante...

sábado, 3 de outubro de 2009

partindo

eu prometo que assim que tiver acesso à internet lá eu continuo o meu blogue =) conto tudo tudo o que lá se passa =)
é tão complicado escolher o que levar!!! nem sei, acho que não levo nada e a mala já tem peso a mais!!! olho para o guarda-fato e ainda está cheio... lol não sei... e as minhas botas??? não cabem na mala! vão ficar todas enfiadas, confinadas ao armário...
e os livros na estante? vão ficar a apanhar pó...
bem, enfim, c'est la vie =)

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

quando Nietzsche chorou

"ninguém deseja ajudar os outros, afirma; pelo contrário, as pessoas apenas desejam dominar e aumentar o seu próprio poder." pg 27
"-tenho períodos negros. Quem não os tem? Mas eles não me possuem. Eles não pertencem à minha doença, mas ao meu ser. Poder-se-ia dizer que tenho a coragem de os ter." pg 66
"Atinge-se a verdade - continuou Nietzche - através da descrença e do cepticismo e não do desejo infantil de que uma coisa aconteça de certa maneira! O desejo do seu paciente em estar nas mãos de Deus não é verdadeiro. É simplesmente um desejo infantil e nada mais! É um desejo de não morrer, o desejo do eterno mamilo intumescido que classificamos como "Deus". A teoria da evolução demonstra cientificamente a redundância de Deus, embora o próprio Darwin não tivesse coragem de levar as evidências até à sua verdadeira conclusão. Certamente, o senhor tem de entender que nós criámos Deus e que todos nós, agora em conjunto, o matamos." pg 78
"«Os pensamentos são as sombras dos nossos sentimentos: cada vez mais escuros, vazios e simples». «hoje em dia, já ninguém morre devido a verdades fatais; existem antídotos em demasia»" pg 87
"A vida é um exame sem respostas certas. Se fosse possível começar tudo outra vez, acho que faria exactamente a mesma coisa, cometeria os mesmos erros. Um dia destes, imaginei um bom enredo para um romance. Ah! se eu fosse escritor! Imagine o seguinte: um homem de meia-idade que viveu uma vida insatisfatória, é abordado por um génio que lhe oferece a oportunidade de voltar a viver a sua vida, mantendo plena memória da vida anterior. É claro que aproveita a oportunidade. Mas, para seu espanto e horror, descobre que está a viver a mesma vida: a fazer as mesmas escolhas, a repetir os mesmos erros, a abraçar as mesmas falsas metas e falsos deuses. [...]
-Metas? As metas estão na cultura, no ar! Nós respiramo-las. Todas as crianças com quem cresci inalaram as mesmas metas. Todos queríamos sair do gueto judaico, subir na vida, ter sucesso, riqueza, respeitabilidade. era o que todos queríamos! nunca nenhum de nós se pôs deliberadamente a escolher metas, elas estavam mesmo ali, as consequências naturais do meu tempo, o meu povo, a minha família. [...]
-O indivíduo não selecciona conscientemente as suas metas de vida: estas são um acidente da história, não são?
-Não tomar posse do seu plano de vida é deixar que a sua existência seja um acidente.
- Mas - protestou Breuer - ninguém desfruta de tal liberdade. Não pode fugir da perspectiva da sua época, da sua cultura, da sua família, do seu..." pg 198,199
"A filosofia dele era sobre a vida e para a vida. As melhores verdade - dizia sempre - era verdades sangrentas, extraídas da experiência de vida da própria pessoa." pg 207
"- Claro que sofre, é o preço de ter visão. Claro que sente medo, viver significa correr perigo." pg 209
"Quis apenas dizer que, para se relacionar planamente com o outro, precisa primeiro de se relacionar consigo mesmo. Se não conseguimos abraçar a nossa própria solidão, usaremos simplesmente o outro como um escudo contra o isolamento. Só quando se consegue viver como a águia, sem absolutamente qualquer público, se consegue voltar para outra pessoa com amor; só então se é capaz de preocupar com o engrandecimento do outro ser humano." pg 292
by Yalom, Irvin D. in Quando Nietzsche chorou